Celebrado em 19 de junho, o Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença Falciforme, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), tem como objetivo ampliar a conscientização sobre a doença, incentivar o diagnóstico precoce e fortalecer o acesso ao tratamento. A data também reforça a importância de políticas públicas voltadas à promoção da equidade no cuidado e à melhoria da qualidade de vida das pessoas que convivem com essa condição.

A doença falciforme é uma condição genética e hereditária causada por uma alteração na hemoglobina, proteína responsável pelo transporte de oxigênio no sangue. Essa alteração faz com que as hemácias adquiram formato de foice, comprometendo a circulação sanguínea e podendo provocar crises dolorosas, anemia e outras complicações. No Brasil, o diagnóstico é realizado pelo Teste do Pezinho e pode ser confirmado pela eletroforese de hemoglobina, ambos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS).

O tratamento, oferecido pelo SUS, inclui acompanhamento multiprofissional, uso de medicamentos para controle da doença e das crises, além de transfusões de sangue em casos específicos. O diagnóstico precoce e o acompanhamento contínuo são fundamentais para reduzir complicações e promover mais qualidade de vida.

A conscientização é fundamental para ampliar o acesso ao diagnóstico, ao acompanhamento especializado e às ações de educação em saúde. O cuidado contínuo e multiprofissional contribui para reduzir complicações, promover mais qualidade de vida e fortalecer a assistência integral às pessoas com doença falciforme.
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